INTERCÂMBIO
NÃO PRECISA
SER COMPLICADO
Muitos deixam de aproveitar grandes oportunidades
por medo. Comece a investir agora mesmo em você,
e descubra realidades enriquecedoras.
Toda pessoa que sonha em explorar o mundo e gosta de se manter em evolução já pensou em estudar fora do país. Seja por meio de um intercâmbio de idiomas ou uma graduação superior, a vontade de descobrir, aprender e expandir horizontes é a mesma. Sabemos, contudo, que esses planos exigem comprometimento e alto investimento. Muita gente chega a se perguntar se vale mesmo a pena apostar na educação internacional. Por essa razão, a Enjoy Intercâmbio reuniu as sete principais razões que levam intercambistas e acadêmicos a estudar na Europa.
Na busca por excelência, estudantes costumam dedicar atenção especial não somente à escolha da cidade onde vão morar, mas também à escolha de sua instituição de ensino. Universidades como Oxford, Cambridge e Imperial College London, no Reino Unido, por exemplo, figuram entre as melhores do mundo ano após ano. Para quem sonha em frequentar uma delas é preciso dizer que, sem dúvidas, o caminho não é fácil, mas certamente recompensador.
O desenvolvimento da fluência em um segundo idioma geralmente é uma das conquistas mais evidentes durante o intercâmbio. A linguagem está incorporada à sua rotina e, quando você menos esperar, poderá se considerar um estudante ou profissional bilíngue. Para quem opta pelo intercâmbio de idiomas o estímulo ao aprendizado é praticamente constante. E mesmo para aqueles que não vão estudar inglês, a evolução na fluência é perceptível: resultado da prática e convivência cotidiana.
Para quem quer ir além dos estudos, estudar na Europa pode abrir portas para um mundo de possibilidades. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto de Educação Internacional, nos Estados Unidos, pessoas que fazem intercâmbio expandem suas chances de progressão na carreira e promoções. Além dessa boa notícia, intercambistas também desenvolvem percepções e práticas muito úteis no mundo dos negócios, como habilidades interculturais, curiosidade apurada, flexibilidade, adaptabilidade, confiança e autoconsciência.
Na hora de escolher um destino de estudos este fator costuma ser um dos mais relevantes. Considerando diferentes aspectos, cidades europeias estão entre as que apresentam os maiores índices de qualidade de vida do mundo, ao lado de destinos na Nova Zelândia, Austrália e Canadá. Na Irlanda, por exemplo, Dublin aparece na 34ª posição em uma lista com 231 cidades. Índice que pode levar muita gente a optar por uma experiência de estudos no país.

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