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Irlanda ataca questão das microesferas

Se você é ambientalmente responsável, vai gostar de saber que o governo irlandês está discutindo como lidar com a questão das microesferas – “microbeads”, em inglês, nome mais pelo qual é conhecido. Trata-se de minúsculas partículas de plásticos utilizadas principalmente em produtos de cosmética e que agora aparecem como ameaça ambiental, especialmente à vida marinha. Na ilha, sabe-se disse e não se pretende deixar barato.

De acordo com o Ministro de Ação Climática e Meio-Ambiente, Denis Naughten, um banho comum pode liberar mais de 100 mil partículas de microesferas na água, e boa parte disso deve correr para o oceano. Cremes esfoliantes, maquiagem e até pasta de dente contêm a tal partícula, que de forma final pode ser ingerida por animais marinhos, causando problemas no decorrer da cadeia alimentar.

A Holanda baniu o uso de microesferas em 2014, enquanto que os Estados Unidos fizeram o mesmo em 2015 e o Canadá, em 2016. O Reino Unido discute a questão e deve anunciar a proibição até o final de 2017. Embora não haja evidência científica de que microesferas são um problema no sistema digestivo humano, esse tipo de interferência está tentando ser evitado, com ajuda de algumas organizações como o Greenpeace. É a vez de a Irlanda discutir a questão.

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